Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Pop Culture’

Serão essas as inspirações do danado do Heitor?

Hoje é segunda. Carnaval acabou! Sem mais delongas, let’s cut the crap, tô sem inspiração! Acontece nas melhores famílias. Mas não vou deixar meus 17 leitores (em média), que não fazem a gentileza de comentar para me fazer sentir querido, sem algo novo para se divertir.

Vou indicar coisas que me fazem pensar “RAIOS! Por que não pensei nisso antes?” ou “queria ser esperto/engraçado/talentoso assim”.

Para iniciar eu entro no Wagner & Beethoven e torço para ter algo de novo lá. Depois eu vou ao Allan Sieber Talk to Himself Show e emendo com o blog do Arnaldo Branco. Logo depois vou com dedos cruzados torcendo por um novo Liniers. Também é legal dar uma passadinha na Zé Pereira.

Agora, achei outras coisas geniais e são elas Linha do Trem, blog do ótimo cartunista Raphael Salimena (fui conhecer seu trabalho faz pouco tempo), sub-literatura e o Uroblog, o ninho da ave.

Vou tomar a liberdade de postar algumas tirinhas do Raphael. Achei genial. Afinal, há poucas coisas na vida que se comparam ao prazer de encontrar um bom cartunista que você goste.

Aí vão algumas tirinhas do cara.

O cara manda bem mesmo. Se você curtiu, passa e dê uma força. Ser cartunista não é fácil, parceiro.

Resumindo, não é só coisa ruim que se acha no mundo. Com tempo e disposição você consegue achar aquilo que você gosta.

Bom proveito!

Read Full Post »

Beleza Americana

Falando rápido antes de ir viajar (não para curtir o carnaval, mas para fugir dele).

Para estrear essa “seção” vou indicar para quem não viu e incentivar para quem já viu o filme beleza americana.

Dirigido por Sam Mendes e estrelado por um ótimo elenco (Kevin Spacey e Annette Bening, para dar exemplo) “Beleza Americana” faturou os “Oscars” em Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Kevin Spacey), Melhor Roteiro Original e Melhor Fotografia. Sei que o Oscar hoje não significa muito, mas Beleza Americana mereceu cada um desses prêmios.

Um dos melhores filmes a retratar a sociedade estadunidense, Beleza Americana tem em cada personagem um ser inseguro e doente. Folks, enjoy the American Way of Life.

Quem já viu sabe do que estou falando. Quem não viu, veja.

Para não perder o costume, vídeos:

Read Full Post »

The Lost Room

O que você prefere: ver uma série boa e ficar triste porque ela é curta (por motivos diversos) e podia ser maior ou ver uma série boa

Mas amor! É um lugar rústico e tem um quê de romântico! Ah, vai!

grande demais e no final você perceber que ela podia ter sido menor?

Pessoalmente não tenho respostas para a pergunta. Inclusive penso em vários exemplos para defender cada opinião. Mas tem uma série, tão curta que é uma minissérie, que eu sempre penso: Whoa, ela podia ter tido mais tempo. E essa (mini)série é The Lost Room.

A estória basicamente é a seguinte: tem um quarto que ta perdidão. Antes ele era um quarto de motel qualquer. Mas o negócio é que rolou um “Evento” e esse quarto e todos seus objetos se espalharam pelo mundo. Cada objeto tem um poder próprio. Alguns com poderes que a primeira vista parecem inúteis, como cozinhar um ovo. Outros já são bem incríveis como queimar uma pessoa através de microondas.

Sim, o cara de Six Feet Under!

Provavelmente o mais incrível de todos os objetos seja a “chave”, a qual abre a porta do quarto perdido. Se você colocar essa chave em qualquer fechadura de qualquer porta o quarto aparecerá. Dentro desse quarto você pode sair em qualquer lugar do mundo. Qualquer mesmo. Mas há um porém. Quando a chave sair do quarto tudo o que estiver lá dentro some.

Peter Jacobson. É, o cara de House...

Nosso companheiro Joe Miller encontra a chave e para resumir a estória sua filha entra no quarto e a porta se fecha sem ela estar com a chave. O que acontece? Se você pensou que Joe correu para casa para acessar “A Estante do Heitor” você acertou!

Bom, na verdade Joe vai atrás de cada objeto do quarto e da história por trás disso tudo para salvar sua filha. Não tão legal quanto acessar “A Estante do Heitor”, mas foi o que ele fez.

É uma minissérie de apenas três episódios (cada um de uma hora e meia de duração) muito boa. Facilmente ela poderia se transformar em algo maior, mas infelizmente foram somente esses três episódios.

É uma série original do Sci Fi Channel. Isso já significa alguma coisa para aqueles fãs de boa TV. O elenco também é muito bom com nomes como Peter Krause (Six Feet Under), Chris Bauer (True Blood), April Grace (Ms. Klugh em Lost), Dennis Christopher (Deadwood), Julianna Margulies (ER), o “stand-up comedian” (hoje em dia estamos cheios desses não?) Kevin Pollak, e Peter Jacobson de House M.D.

Não vale a desculpa do “estou sem tempo”. Deixe de ver dois dias de Viver a Vida (sim, é difícil, mas você consegue) e Big Brother Brasil (você realmente precisa ver isso?) e vá ver The Lost Room. Os personagens são bons, a estória é muito bem pensada e você vai pensar “se Smallville já tem mais de dez temporadas por que The Lost Room só teve três episódios?”. Eu me pergunto isso até hoje.

Por quê?

Para variar, vídeos:

Para quem estiver com o inglês em dia, aí vai um cena mais comprida:

Read Full Post »

How I Met Your Mother

Saindo um pouco mais tarde do que o planejado, devido ao aniversário de um grande amigo (to fazendo o post depois de chegar em casa), estréia agora o “Faça-me o Favor!”. E é para falar de comédia que existe essa “seção”.

Pensei em algumas coisas para falar. Pensei em falar em Seinfeld ou The Big Bang Theory. Adoro as duas séries, mas muito já foi falado delas. Vou falar então de How I Met Your Mother.

Queria ver essa série faz tempo, mas fatores diversos (falta de tempo, preguiça e outras) me enrolaram para assisti-la.

Para deixar claro um ponto: eu sou um cara difícil de agradar (chato). Comédia é algo difícil para mim. Tem que ser um humor inteligente, agradável e que não precise apelar. E How I Met Your Mother se encaixa perfeitamente para alguém como eu.

A base da série é a seguinte: um cara, Ted (Josh Radnor), decide contar para seus filhos a estória de como ele conheceu a mãe deles. Então ele volta até o ano de 2005 para isso. Não descobrimos quem é mãe dele logo de inicio (até onde assisti, eu acho, ela ainda não apareceu), claro. Se soubéssemos quem é a fulana desde o inicio não teria graça. A gente saberia que eles se casariam no final e tudo mais.

O personagem principal é Ted, o cara que está narrando. A estória gira em torno de suas peripécias amorosas.  Ao saber do noivado de seus amigos Marshall (Jason Segel) e Lily (Alyson Hannigan) ele decide que também quer se casar, então sai à “caça” da mulher perfeita. Durante um bom tempo ele acha que essa mulher é Robin (Cobie Smulders), dando mais confusões.

Como em toda boa comédia, a graça está sempre nos coadjuvantes. How I Met Your Mother não é diferente. Barney (Neil Patrick Harris) é o amigo que acha que Ted não tem que casar e sim aproveitar a vida. Ele é o cara que se acha o máximo com suas cantadas toscas e, no início mais do que no resto da série, costuma dar o tom das desventuras.

Um dos episódios que me vem à cabeça agora é um da primeira temporada no qual Ted e Barney vão ao aeroporto “azarar” e acabam indo para Filadélfia e sendo presos. Simplesmente hilário.

Por mais que a estória se resuma em “um cara em busca da mulher perfeita”, sexo não é o aspecto principal da série. Para o desgosto de fãs de American Pie, sexo está longe de ser o aspecto mais importante da série. É uma série de alto nível.

Como o que importa numa comédia é que ela seja engraçada, How I Met Your Mother é muito engraçada. Apenas tome cuidado para não assistir de madrugada com a sua namorada dormindo ao lado (desculpe-me, amor). Fato, How I Met Your Mother é tão engraçado que é difícil parar de ver.

How I Met Your Mother é um exemplo de como uma série de comédia não precisa ser apelativa e fazer sucesso (hein, Two And A Half Man). Tem muito boa audiência, tanto que foi renovada para uma sexta temporada. Que bom. Ainda é possível ver boa televisão.

Vídeos:

Read Full Post »