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How I Met Your Mother

Saindo um pouco mais tarde do que o planejado, devido ao aniversário de um grande amigo (to fazendo o post depois de chegar em casa), estréia agora o “Faça-me o Favor!”. E é para falar de comédia que existe essa “seção”.

Pensei em algumas coisas para falar. Pensei em falar em Seinfeld ou The Big Bang Theory. Adoro as duas séries, mas muito já foi falado delas. Vou falar então de How I Met Your Mother.

Queria ver essa série faz tempo, mas fatores diversos (falta de tempo, preguiça e outras) me enrolaram para assisti-la.

Para deixar claro um ponto: eu sou um cara difícil de agradar (chato). Comédia é algo difícil para mim. Tem que ser um humor inteligente, agradável e que não precise apelar. E How I Met Your Mother se encaixa perfeitamente para alguém como eu.

A base da série é a seguinte: um cara, Ted (Josh Radnor), decide contar para seus filhos a estória de como ele conheceu a mãe deles. Então ele volta até o ano de 2005 para isso. Não descobrimos quem é mãe dele logo de inicio (até onde assisti, eu acho, ela ainda não apareceu), claro. Se soubéssemos quem é a fulana desde o inicio não teria graça. A gente saberia que eles se casariam no final e tudo mais.

O personagem principal é Ted, o cara que está narrando. A estória gira em torno de suas peripécias amorosas.  Ao saber do noivado de seus amigos Marshall (Jason Segel) e Lily (Alyson Hannigan) ele decide que também quer se casar, então sai à “caça” da mulher perfeita. Durante um bom tempo ele acha que essa mulher é Robin (Cobie Smulders), dando mais confusões.

Como em toda boa comédia, a graça está sempre nos coadjuvantes. How I Met Your Mother não é diferente. Barney (Neil Patrick Harris) é o amigo que acha que Ted não tem que casar e sim aproveitar a vida. Ele é o cara que se acha o máximo com suas cantadas toscas e, no início mais do que no resto da série, costuma dar o tom das desventuras.

Um dos episódios que me vem à cabeça agora é um da primeira temporada no qual Ted e Barney vão ao aeroporto “azarar” e acabam indo para Filadélfia e sendo presos. Simplesmente hilário.

Por mais que a estória se resuma em “um cara em busca da mulher perfeita”, sexo não é o aspecto principal da série. Para o desgosto de fãs de American Pie, sexo está longe de ser o aspecto mais importante da série. É uma série de alto nível.

Como o que importa numa comédia é que ela seja engraçada, How I Met Your Mother é muito engraçada. Apenas tome cuidado para não assistir de madrugada com a sua namorada dormindo ao lado (desculpe-me, amor). Fato, How I Met Your Mother é tão engraçado que é difícil parar de ver.

How I Met Your Mother é um exemplo de como uma série de comédia não precisa ser apelativa e fazer sucesso (hein, Two And A Half Man). Tem muito boa audiência, tanto que foi renovada para uma sexta temporada. Que bom. Ainda é possível ver boa televisão.

Vídeos:

Monty Phyton’s Flying Circus

Monty Phyton era um programa de sketch da BBC que existiu entre 1969 e 1973. Foi um programa inovador em muitas vertentes. Se não me engano foi em Monty Phyton que surgiu àquelas risadas de fundo, entre outras coisas. O programa misturava política e assuntos do dia a dia com surrealismo e absurdo.

Não era um humor fácil. Para o entendimento completo de seu humor era necessário certo conhecimento cultural, político, filosófico, literário e histórico. Não à toa, afinal, seus criadores eram altamente educados. Terry Jones e Michael Palin se formaram em Oxford, Eric Idle, John Cleese e Graham Chapman em Cambridge e Terry Gilliam se formou na Occidental College, uma escola liberal de artes. Para quem não sabe Terry Gilliam é o diretor de filmes como, por exemplo, 12 Monkeys (Doze Macacos) e é o único Python que não é britânico. Em Monty Phyton ele é o responsável pelas animações, que também foram inovadoras usando colagens.

O Pythons queriam fazer um humor impossível de caracterizar. De certa forma conseguiram isso. O adjetivo pythonesco foi criado para caracterizar o humor de Monty Phyton’s Flying Circus. Jones, brincando, disse que isto é a prova de que eles falharam em criar um humor impossível de caracterizar.

Na maioria das vezes os Pythons interpretavam todos os personagens, incluindo personagens femininos. Quando isso não era possível alguns atores eram necessários. Para citar algumas: Carol Cleveland (chamada pelos outros Pythons como “a sétima Python”) e Connie Booth (a primeira mulher de John Cleese).

Se você estiver procurando um humor inteligente, veja Monty Phyton’s Flying Circus. E o faça com tempo, sem pressa. Aproveite bem porque é raríssimo hoje em dia achar humor que não seja apelativo. Eu, pessoalmente, acho que a partir da quarta temporada eles perderam a força que tinham com a saída de John Cleese que, mais uma vez pessoalmente, é o mais engraçado.

A partir da terceira temporada eles começaram a fazer alguns episódios inteiros com apenas uma estória, diferente das duas primeiras temporadas que eram inteiramente sketches.

Agora, pega um domingão que você estiver sem nada para fazer e veja um dos filmes dos Pythons como A Vida de Brian, O Sentido da Vida ou em Busca do Cálice Sagrado. Muitos dizem que A Vida de Brian é o melhor deles. Eu concordo.

Para todos que gostam de um humor inteligente, que não precisa apelar para sexo ou falta de respeito/educação, Monty Phyton’s Flying Circus é uma ótima pedida. Agora, se você gosta de humor pastelão de banheiro de rodoviária… vá ver Pânico na TV mesmo…

Vídeos:

Life of Brian:

Ou ao menos é a intenção…

Todo mundo empolgado com as boas novas!

Para dar aquela agitada no blog eu estou criando uma tabela de atividades. Planejo agora todo dia da semana colocar algo aqui. Afinal, a audiência não é tão grande quanto site pornográfico, mas tem gente que entra aqui todo dia. Então, para poder dizer que EU TENHO UM BLOG, vou começar a ser diário.

A idéia é ter seções fixas. Todo dia da semana pretendo colocar algo de acordo com o dia. Se possível (traduzindo: se der na telha) coloco algo extra além das seções fixas.

Todo dia entra alguém na postagem Cartoons de Hoje e Cartoons de Ontem. Tinha prometido que tornaria isso como uma seção sempre atualizada. Planejo fazer isso agora. Mas não semanal e sim mensal. Afinal eu preciso sempre dar aquela pesquisada peralta antes de postar algo aqui. E essa idéia é algo que me empolga de pesquisar e eu quero fazer algo decente. Então a pesquisa tem que ser bem feita. Se possível tento transformar a seção em algo quinzenal, mas no momento acho isso extremamente difícil de começar.

Aí vai o horário escolar do Blog:

Segunda-feira – Segunda Anarquista: tudo pode acontecer na segunda. Como é o dia mais odiado mundialmente a idéia é fazer algo que dê na telha e seja prazeroso de fazer, podendo ser um texto longo ou curto.

Acho que vou falar da nova prisão daquele cara que fala "RONALDO"...

Terça-feira – Faça me o favor!: É o dia da comédia. Seja ela em séries, filmes, desenhos, livros, quadrinhos. É para falar de humor inteligente. Nada de American Pie ou Todo Mundo Em Pânico.

Atualizações diárias? BAZINGA!

Quarta-feira – Quadrinhos: farei de tudo para cobrir essa seção o melhor possível, pois é uma das minhas paixões.

Sério?! Tem post novo na Estante do Heitor?!

Quinta-feira – É de mentirinha: Ficção científica, fantasia ou terror.

Sai pra lá, Tessália!

Sexta-feira – Cinema: falar de filme bom. Ponto.

Pode emburrar Alfredinho! Eu vou falar de cinema!

Fora isso, algo extra pode rolar. Espero que dê certo e que o blog cresça mais.

Abraços,

Heitor Bastos

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Demorei o máximo que pude para ver esse filme. Para falar a verdade, eu nem queria ver esse filme. A razão? Medo. Meu maior medo era o hype imenso que esse filme carregava em cima dele. A fita nem tinha começado sua vida nos cinemas e todos já diziam que seria “o melhor filme de todos”. Confesso que sou um pouco (pouco é muito e muito é pouco) chato. Principalmente quando gosto de algo. E sempre gostei dos filmes do Tarantino. Não, eu não acho o cara um gênio. Acho um ótimo e divertido diretor. O maior triunfo do Tarantino é saber lidar bem com o clichê. Algo que todos tentam e a maioria fede ao fazer tentar fazer isso. Tarantino trabalhava numa locadora. Ou seja, estava rodeado pelo clichê o dia inteiro. Afinal, os filmes que costumam passar nas televisões das locadoras são, em sua maioria, algo que se tornou clichê com o tempo. Junte se a isso o seu talento e ironia referente à violência e você têm um ótimo diretor. Seu primeiro roteiro foi “Assassinos por Natureza”/ “Natural Born Killers” (com Juliette Lewis, Robert Downey Jr. e Tommy Lee Jones no elenco) o qual Oliver Stone dirigiu. Talvez seu maior roteiro, mesmo sendo bastante revisado pelo próprio Stone.

O primeiro roteiro de Tarantino já mostra o quanto ele é light.

Também não vi Burn After Reading/Queime Depois de Ler pelo mesmo motivo. Muito é falado antes de o filme ser lançado. E também é de um dos meus cineastas favoritos. O fato dos irmãos Cohen terem entrado no mainstream me assusta até hoje.

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Assustado com os Irmão Cohen no mainstream!

Quem já acompanha as peripécias deste blog sabe que costumo mais descer o pau do que elogiar: tirando Y: The Last Man, Ren & Stimpy e Billy & Mandy eu fui só reclamações e maldições. Mas de qualquer forma, não fiz tantas resenhas assim…fredburger08

Então já deve ter alguém pensando: lá vai esse chato descer o pau no filme. Mas…

…o filme é muito bom! É melhor que Pulp Fiction? Não! É melhor que Kill Bill? É igual e diferente do mesmo modo. Ver um filme do Tarantino tem sempre uma sensação parecida, mais ou menos como ver Kubrick pós-Lolita. A sensação é parecida e os filmes não. Tarantino já conseguiu deixar sua marca no seu modo de fazer filmes. Não sei como explicar, mas quem conhece o trabalho dele já sacou o que eu quis dizer. Assim como Kubrick tinha aquele modo de sempre valorizar aqueles sorrisos aterrorizantes, cenas no banheiro e outras coisas. Não me entendam mal. Não estou comparando um com o outro. Kubrick era um gênio. Um dos maiores da história do cinema. Tarantino ainda não o é. É ótimo e divertido. Mas não sei. Ainda falta algo e tive a impressão de que com Bastardos Inglórios ele deu mostras de que está à procura desse algo mais.

Bastardos Inglórios é o chamado Historical Fiction (ficção histórica). A fita se passa na Segunda Guerra Mundial (entendam que esse era mais um dos meus medos: Nazistas de novo?!). Mas Tarantino não esgotou ainda mais o assunto. O nazismo e a guerra podem passar apenas como coisas secundárias.

Agora, para não falar só de Tarantino, o elenco foi muito bem escolhido. Começando com Christoph Waltz (“Ordinary Decent Criminal” / “Um Criminoso Decente” – vejam esse filme também!) no papel de Hans Landa. Waltz é o melhor no filme. Sua atuação é bárbara e mereceu o Cannes de melhor ator. Michael Fassbender (“Bando of Brothers” e “300”) como Lt. Archie Hicox (o inglês que troca tiros na virilha no pub) muito bem também. Eli Roth (demorei a lembrar quem era esse doidão. Ele faz parte do grupo Splat Pack, que é um grupo de cineastas de filmes de terror que decidiram voltar a fazer filmes de terror mesmo – pesados, “Saw”/ “Jogos Mortais” é de um diretor desse grupo. Eli Roth é o diretor de “O Albergue” que, confesso, não sou fã) é Donny Donowitz / O Urso Judeu, impecável sua ultima aparição na qual ele atira em Hitler até o rosto dele virar pedaços de carne moída no liquidificador. Diane Kruger (a Helena em “Troy” / “Tróia” e Abigail Chase em “A Lenda do Tesouro Perdido”) interpreta Bridget von Hammersmark. Diane Kruger já foi uma modelo de sucesso na década de 90, se não estou enganado. Que bom que deixou de ser modelo, parece que sob a correta direção e em um filme bom (diferente dos citados na qual ele atuou) ela tem talento. Daniel Brühl (“Adeus Lênin” e “The Edukators”) é Fredrick Zoller, ou o herói de guerra alemão. O cara é realmente bom. É só ver os filmes que o cara fez. Til Schweiger (“Tomb Raider” e “Rei Arthur”) é  o alemão que muda de lado. O cara no filme é hilário. Não sabia que o cara era bom (afinal olha os filmes que eu citei que ele fez), mas ele o é. Mélanie Laurent faz Shoshana. Essa eu não conhecia, mas também é muito boa. Omar Doom é Omar Ulmer. Gedeon Burkhard é o tradutor dos Bastardos. B.J. Novak (“The Office”) é o Little Man (não lembro bem como ficou em português, se foi Pequenino ou algo do tipo). Mike Myers (o Austin Powers) é o general inglês que comanda a idéia do assassinato de Hitler. Rod Taylor (“A Máquina do Tempo” de 1960, baseado no livro de H.G. Wells) faz o Wiston Churchil. Denis Menochet (“Hannibal Rising”) faz o fazendeiro francês do inicio do filme. Christian Berkel (“Operação Valquíria”) é o barman do pub onde rola aqueles tiros na virilha. Jacky Ido (esse eu não conheço) faz Marcel. August Diehl (“The Counterfeiters” e “The Ninth Day”, ambos alemães) é o oficial da Gestapo, especialista em sotaques, que troca tiros na virilha. Alexander Fehling (“And Along Come Tourists”, também alemão) é o cara que está comemorando o nascimento do filho onde dão tiros na virilha. Sylvester Groth é Josef Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. Groth também interpretou Goebbels na comédia My Leader – The Truly Truest Truth about Adolf Hitler (também alemã). Quem também interpretou Goebbels foi Martin Wuttke – que é Hitler no filme de Tarantino – no filme Rosenstrasse (alemão também, mas se tiverem tempo – e paciência para achar – vejam). Julie Dreyfus (Sofie Fatale em “Kill Bill”) é a interprete francesa de Goebbels. O curioso é que parte do elenco desse filme são também diretores. Um exemplo disso é Enzo G. Castellari que no filme é um general nazista. Castellari é um diretor italiano, conhecido pelos seus Spaghetti Western como Any Gun Can Play, Kill Them All and Come Back Alone, Seven Wichesters For a Massacre e,…, The Inglorious Bastards – Quel maledetto treno blindato. Os bastardos de Castellari e de Tarantino são parecidos. Com certeza o filme de Castellari inspirou Tarantino. Os Bastardos no filme de Castellari são soldados americanos que estão sendo levados para uma prisão militar quando um ataque aéreo alemão acaba os “soltando” ao matar todos os guardas. Os soldados decidem fugir e acabam fazendo parte de um plano que consiste em roubar o giroscópio de um foguete V-2 nazista que se encontra em um trem extremamente protegido por nazistas.

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The Ingloriou Bastards de Castellari.

Ué, e o Brad Pitt? Bom, Brad Pitt é um grande ator. Quando ele não faz papéis de heróis entediados ou de galã supersexy (como Aquiles em “Tróia” ou Sr. e Sra. Smith) ele manda muito. É só ver filmes como Thelma & Louise, Across the Tracks, Kalifornia (acho que foi aí onde ele aprendeu esse sotaque que ele tem em Bastardos Inglórios), Interview with the Vampire, Lendas da Paixão, Seven (Sete Pecados Capitais), Os Doze Macacos, Fight Club (Clube da Luta), Snatch (mais uma vez ele faz um sotaque genial), Babel, …, deu para entender, né? Ou seja, quando o papel e o filme é bom, ele arrebenta. Por isso não vou ficar falando o quanto ele foi bem nos Bastardos. Tentei falar mais dos outros que, para a grande maioria, são desconhecidos.

Como não poderia deixar de ser…

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Pausa para um lanchinho...

…em filme de tarantino nunca falta sangue e nem Samuel L. Jackson. Ele não atua, mas é o narrador. Poucas vezes narra, é verdade, mas ele está lá.

Minha conclusão é: se não viu, veja por você mesmo. Se já viu, sabe do que estou falando.

Tenebroso!

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O que o Superman vai fazer? Que horror!

Uma imagem vale mais do que mil palavras…

Considerações

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Fred Fredburger revela o segredo do sucesso: YES!

Me assustei ontem ao descobrir que mais de 1064(1080 hoje) pessoas visitaram meu Blog (e isso não conta com as minhas visitas). Tirando pessoas que você conhece (e eu sou um cara muito social e falei deste blog para todas pessoas chegadas a mim que, somando todos que mantenho um certo contato, são seis pessoas no total), que costumam entrar aqui por pura simpatia e amor (obrigado Débora, amor da minha vida), são muitos desconhecidos lendo minhas inúteis considerações sobre outros assuntos inúteis. Mesmo dos  seis amigos, apenas três dão aquela olhadinha de vez em quando (um desses três minha namorada, que vem visitar aqui por puro apoio moral). Ou seja, concluindo, as pessoas adoram algo inútil.

Eu pensava que ninguém vinha nessa joça aqui.  Afinal de contas, poucas pessoas decidiam comentar alguma coisa. Então, eu escrevia mais para mim mesmo. Será que tenho que tomar mais cuidado com o que falo (não tenho nada contra são paulinos – só não gosto deles… – inclusive um dos meus grandes amigos é bambi, digo, são paulino. Diz aí, Donel)? E a resposta é: não. Primeiro que minha audiência não é tão grande assim (ela é composta principalmente de fãs do Fred Fredburger e do Nigel Planter) que eu me tornei um símbolo para as criancinhas. Mais uma vez, estou escrevendo isso mais para mim mesmo. A diferença é que estou com o ego maior. Mas isso não deve durar muito…

Então, como a maioria dos que visitam esse blog é fã do Fred Fredburger, estou pensando em fazer um concurso. Não sei sobre o que ainda. Mas quem vencer pode levar NACHOS ou PICKLES para casa? E aí, Fredburgetes, o que acham?

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Também fiquei sabendo, através das opiniões de meus três maiores leitores (minha namorada, Débora, e meus amigos, Mauricio e Nilton) que meus posts são muito grandes e extensos. E que as pessoas tem preguiça de ler. Oras, não sou um baluarte da língua portuguesa. Muitos podem perceber que meus escritos não estão livres de erros de portúgueis português. Mesmo assim: preguiça de ler, minha gente?! O quê? Vai me dizer que também tem preguiça de dormir?

Eu não atualizo muito o blog, verdade. Mas não atualizo porque não tenho algo de útil (mesmo sendo inútil) e interessante para falar. Não vou aqui falar, por exemplo, de como o Silvio Santos é feio. Na boa: meu tempo livre é raro e não vou perder ele escrevendo coisas inúteis só pra dizer que meu blog tem vida sexual ativa. Nada contra quem faz isso. Apenas não é para mim.

Bom, se você tá lendo esse blog e tá com preguiça de comentar, eu te entendo. Faço isso muito. Visito vários blogs e minha vontade de comentar some quando aparece uma mensagem do tipo: cadastre-se no google friends! Mas, se você quer me fazer um pouco mais iludido (e talvez me fazer largar a faculdade achando que isso daqui vai me sustentar) comente. Mas se for pra comentar coisas chatas, não o faça. Se for pra me insultar, não perca seu tempo nem o meu. Se for para adicionar algo mais aos meus já exaustivos textos, por favor, sinta-se em casa.

Obrigado, leitores anônimos.

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A expressão do casal mais chato do mundo depois de John Lennon e Yoko Ono nos mostra o quão divertido é a saga Crepúsculo.

Bom, não gosto de agir de modo hipócrita. Por isso, ao contrário de muitas pessoas, não saio por aí dando pitacos sobre assuntos que não entendo. Quando este assunto se trata de um livro, por exemplo, e eu não estou muito a fim de ler o mesmo, eu busco opiniões da qual eu normalmente concordo. Por exemplo: se você odeia literatura western (velho oeste) e quer opinião sobre determinado livro X (que não é necessariamente western) você vai buscar opiniões sobre o livro com quem? Alguém que ama western? Não. Você procura opinião daquele que tem gostos parecidos com os seus. Ao menos é o que eu penso.

Logo, quando quero dicas literárias sobre livros que se encaixam mais ou menos na categoria fantasia eu vou ao site www.fantasyliterature.com. É em inglês. Então se você sabe inglês, beleza. Se você não sabe, é melhor ler os clássicos da literatura. Seja fantasia, ficção cientifica ou livro de receitas. Porque infelizmente para um livro vir parar aqui em terras tupiniquims ele tem de ser um estouro de venda. O que, Twilight/Crepúsculo mostra bem isso, não significa que seja bom. Paulo Coelho que o diga.

Quando fui ler resenhas e opiniões no Fantasy Literature sobre Twilight me deparei com três resenhas. Uma pessoa odiou, outra pessoa amou e outra está até hoje em dúvida se amou ou odiou o livro e sua respectiva saga.

Bom, como as opiniões não pendiam para nem um lado nem outro, eu decidi ler. Que grande perda de tempo. Já tinham me falado que a narração era chata, pois era em primeira pessoa pela perspectiva da garota e ela descreve cada sentimento que tem. Bom, para ficar mais fácil de entender é o seguinte: sabe quando você tem um amigo ou amiga chorão/chorona que é bem chato(a) que se torna exaustivo mas, infelizmente, é seu amigo(a) e você tem que agüentar a peça? Bom, agora imagina que essa pessoa tem lá pelos 15 anos e ainda não sabe enfrentar muito bem os problemas de uma puberdade que ainda não acabou e está apaixonada por uma pessoa com a qual não terá uma relação sadia e proveitosa. Imaginou? Pois é. Essa pessoa vai ficar te enchendo o saco falando sobre o amor dela/dele e blá,blá,blá, e como ela(e) está triste porque o fulano(a) não foi para a escola hoje e ela(e) acha que isso é porque ele(a) não a(o) ama. Visualizou? Agora imagine você preso(a) dentro da cabeça dessa pessoa. Imagine você tendo que saber quais são TODOS os pensamentos dessa pessoa insuportável sem ter nem aquele tempo em que o chorão/chorona para pra respirar! Pois é. Essa é a sensação de ler Twilight/Crepúsculo.

angel

Olha como o Angel fica sexy quando está com fome...

Ok. Eu pensei, erroneamente, que tinha que ter algo de bom nesse livro. Afinal (como pude cometer tal erro?), tinha virado uma febre esses livros e (ora, veja só!) Hollywood já adquiriu os direitos para fazer todos os filmes da saga. Não me julguem. Quem já leu alguma coisa que eu já escrevi antes sabe que sou anti-adaptações cinematográficas total (tirando as bem feitas como O Exorcista, Um Estranho no Ninho e outros), pois os filmes não costumam ser fiéis a sua fonte original, para melhor ou para pior. Se fosse pelos filmes eu nunca teria lido Harry Potter, que é infinitamente melhor que suas adaptações (tirem as crianças/moralistas da sala) de MERDA!

Com os livros de Harry Potter na cabeça fui e comprei o primeiro da saga, o Twilight. Comprei em inglês porque assim eu treino o inglês e fico livre dos erros de tradução (algo que me irrita bastante). Acontece que o dito cujo livro não conseguiu nem ao menos acrescentar uma palavra sequer ao meu vocabulário. Fui consultar o dicionário apenas três vezes. Uma para confirmar a pronuncia de certa palavra e outras duas para no final descobrir que as palavras que eu não sabia não eram palavras em inglês, mas nomes biológicos de dois tipos de plantas.

Ok. Isso tudo pode ser irrelevante se ao menos a estória (ou plot) forem ao menos legaizinhos, divertidinhos ou ao menos capazes de me distrair.

Bom… A estória é um saco. O roteiro e o ritmo são estagnados. Não acontece absolutamente nada o tempo todo. Você começa um capítulo com a insuportável da Bella Swang se levantando de manhã (no início reclamando do tempo nublado e depois tendo um orgasmo com o mesmo) e lhe descrevendo cada movimente e pensamento inútil que lhe acomete. Aí a desgraçada vai para a escola se perguntando se o veado do Edward Cullen vai estar lá. Aí ele está. E ela nos descreve o quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa (afinal, estou lendo o que? Um romance erótico desses de banca de jornal para mulheres que não conhecem a internet e suas facilidades?), e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. Aí ela vai para aula de trigonometria e fica pensando no quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. Aí ela senta para almoçar com ele e ficam conversando coisas inúteis e ela nos descreve novamente o quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. Nessas conversas é que a gente pensa que algo de interessante pode acontecer. É nessas conversas que as ações do livro acontecem. Ela pergunta o que ele fez ontem a noite e ele responde que foi com seu outro irmão musculoso caçar veados. Resumindo, ele e seu irmão bofe foram num jogo do São Paulo Futebol Clube no Morumbi. Aí eles quase se tocam, mas no final das contas não se tocam porque meio que rola uma pequena descarga elétrica entre eles. Ai ele deixa ela na porta de sua outra aula, toca rapidamente no rosto dela e se vira imediatamente e sai todo vermelho. Só falta colocar as mãos no rosto e dar risadinhas do tipo “hihihihi”. Ah, claro. E ela descreve mais três vezes o quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. Aí ele dá uma carona para ela deixando-a na porta de casa. Aí ela acorda no outro dia e tudo se repete. Ou não. É aí que entra as grandes viradas do roteiro (os chamados plot twists). Aquilo que acontece quando alguma coisa que nós estamos esperando não acontece e acontece outra coisa que nós nunca iríamos imaginar e nós ficamos todos “OH! MEU DEUS! POR ESSA EU NÃO ESPERAVA! TENHO QUE LER O OUTRO CAPÍTULO AGORA, NÃO IMPORTA QUE JÁ SEJAM 3 E 30 DA MADRUGA E EU TENHO PROVA DE FÍSICA LOGO DE MANHA!”. Pois é. A Stephenie Meyer (se você é como eu e não suporta esses lenga lengas, gravem e o nome dela para nunca mais comprar algo dela novamente) também tem suas cartas na manga. Você estará esperando (já que a coisa se repete o tempo todo) que o dia anterior se repita e tal. Mas aí, minha nossa, o tal do vampiro não vai para a escola e ela fica toda preocupada e com saudade do quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. Para melhorar, ela fica descrevendo sua angústia ao pensar que ele pode não ter ido para a aula porque ele não a ama.

Agora, se tem algo que é muito mal explicado é o porquê do vampiro amar ela. Ele fala varias vezes que seus familiares (todos vampiro igualmente gays) estão irritados com ele por ele

spike

Veja se o Spike tem cara de deprimido.

estar andando com a insuportável da Bella e estar contando seus segredos vampirescos para ela. Ora, para um cara velho (ele é um vampiro e já tem certa idade, mesmo estando ainda na High School) e calejado contar segredos tão profundos assim para alguém por vontade própria, essa pessoa tem que significar bastante para ele. Mas a relação deles é baseada em nada! Eu entendo o fato dela fica ficar embasbacada pelo cara, afinal ela já nos encheu sobre o quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc. E ela também é muito tonta e chata. E ele é um vampiro ora bolas. Mesmo sendo um vampiro muito chato e nem um pouco emocionante, ele é um vampiro e garotas bobas que tem 15 anos gostam dos tais bad boys. Isso até ele dizer pra polícia que foi ela a culpada pela chacina e pela maconha no seu porta-malas e ser deixada com uma gravidez indesejada. Mas ele ficar apaixonado por ela não faz sentido. Ele diz para ela que cansou de fugir do sentimento que o faz querer ficar perto dela. Como assim? Ele a viu uma vez, faltou uma semana inteira na escola e depois falou com ela. Ele não tava se agüentando de saudade? Isso faz tanto sentido quanto a música do James Blunt, “You’re Beautiful”, e a algum cara que esta dentro do ônibus e vê uma mulher na rua, chega em casa, comete suicídio e escreve um bilhete de despedida (não necessariamente nessa ordem à la Kurt Cobain) dizendo que não quer viver se não puder ter a tal mulher desconhecida. Faça-me um favor e compre um papagaio. Ao menos você pode ensinar o papagaio a falar “tu é gay” e coloca-lo na frente da sua casa. Ai toda hora alguém passa e o pássaro fala “tu é gay” e você corre pro abraço. Provavelmente a única coisa que o faça sentir atraído por ela é que ela tropeça sem parar. Não que eu ache isso atraente, mas ele vive a repetir esse fato.

Eu fui me forçando a ler o livro. Eu pensava “ninguém é tão burro a ponto de ler um livro inteiro onde nada acontece e gostar do mesmo”. Esse pensamente me manteve em frente e depois fiquei pensando se outros também foram vítimas do mesmo pensamento. Já tinha passado da metade do livro e a parte mais emocionante foi quando ela estava numa cidade e a retardada se perdeu e uns caras da pesada começaram a seguir ela. Aí o vampiro chega e você imagina “AÇÃO!!!!” (já salivando feito um cachorro raivoso só com idéia de que algo possa vir a acontecer). Mas o que acontece? O vampiro a coloca no carro e eles saem do local. Aí ele paga um jantar pra ela e ela nos faz o favor de nos relembrar o quanto o sorriso dele é perfeito, como seu corpo é musculoso, como seu peitoral é lindo e parece que vai rasgar a camisa, e seus cabelos de comercial de shampoo e seus olhos que todo dia está de uma cor diferente, e etc.

Em uma dessas conversas insuportáveis entre o casal 20, a garota insuportável pergunta para o vampiro afeminado se ele morre ao entrar em contato com a luz do sol e ele responde que não. Ele diz que acontece algo e prefere que ela veja por si só. Fiquei intrigado com isso. Afinal, um dos inimigos clássicos dos vampiros sempre foi o sol e sua luz. Mas hoje em dia é clássico destruir idéias clássicas. Eu sabia que ela não estaria sendo original ao mudar esse fato, mas decidi ver qual era a idéia dela. Então quando ela o vê na luz do sol eis o que acontece:

“Edward in the sunlight was shocking. I couldn’t get used to it, thought I’d been staring at him all afternoon. His skin, white despite the faint flush from yesterday’s hunting trip, literally sparkled, like thousands of tiny diamonds were embedded in the surface.”

Traduzindo meio que porcamente (não sou bom tradutor): “Edward nos raios de luz era chocante. Eu não conseguia me acostumar a isso, mesmo estando olhando para ele toda a tarde. Sua pele, branca apesar do leve bronzeado da viagem de caça ontem, literalmente brilhava, como se milhares de minúsculos diamantes estivessem cravados na superfície.”

Para! Para! Quando ele entra em contato com a luz do sol ele brilha feito purpurina?! Foi aí que desisti do livro. Quando eu era moleque, alguém que gostasse de estórias com vampiros queria ser vampiro porque eram seres muito fodas. Mesmo que não pudéssemos ter contato com a luz do sol, a idéia de uma vida emocionante era suficiente para nos fazer considerar a idéia. Aliás, a maioria das estórias de vampiros que eu li eram no mínimo divertidas, o vampiro sendo bom ou mau. Agora, vai ser o sonho de todo são paulino ser um vampiro a la Edward: imagina sair na rua durante o dia brilhando feito purpurina?

Algum fã (acredito mais em alguma fã) irritado(a) pode argumentar que eu não sei de nada porque não cheguei até o final do livro. Eu tenho três argumentos para isso:

1-     Tenho que cuidar dos meus rins! Ler coisas tão ruins fará, indiscutivelmente, mal para minha saúde.

2-     Meu tempo livre não é algo tão comum que possa me dar o luxo de ler lixos do tipo.

3-     Fui atrás de mais opiniões. Primeiro, fui ao meu amigo e colega Nilton, do blog Alguém Vai Me Ouvir (que por sinal anda bombando de visitas ultimamente, cheque você mesmo no link na lateral do blog deste que vos escreve). Ele me disse que sim, não acontece nenhum tipo de ação durante o livro todo. No entanto ele é mais paciente que eu e vai tentar achar algo de bom na série. Eu já disse, desista. É mais produtivo ver Casos de Família. Porém, o Nilton tem uma opinião que se parece com a minha. Não são idênticas, mas dividimos alguns gostos em comum. Então, decidi perguntar para a prima da minha namorada. Ela, sim, é fanática pela série e é daquelas que grita “LINDOOOOOOOO!!!!!” toda vez que avista uma foto do ator que interpreta o vampiro vegetariano. Ela me disse que eu não devia falar mal do livro, pois ela ama muito a série e que o Edward é “LINDOOOOOOOOO!!!!” mas que sim, não acontece nenhum tipo de ação em nenhuma parte do livro. Inclusive ela diz que as coisas tendem a piorar no quesito “alguma coisa de útil acontecendo”. Pelo jeito, a única ação que você vai receber destes livros é ao perceber que gastou R$ 40,00 (se comprou o livro em português) ou R$ 170,00 (se comprou a série toda junta) ou, no meu caso, R$ 22,72 (se comprou o livro em inglês em tradepaperback) inútilmente.

Poxa, vampiros costumavam ser divertidos. Mesmo o Angel ou o Spike que depois viraram caras bonzinhos eram divertidos. Muitos fãs mais hardcores de vampiros podem discordar. Mas tenho certeza que eles preferem o Angel e sua cara de bunda do que o vampiro purpurinado do Edward Cullen e ssua pele brilhante como diamante. Lestat era um vampiro divertido, que sabia aproveitar a vida sendo vampiro e depois sofreu com suas ações. Mas nenhum deles foi parar na high school. Tudo bem que o Angel se apaixona pela Buffy, que no inicio era uma aluna do High School, mas c*r*lho, a Buffy é uma caça vampiros e descia a bordoada no submundo infernal inteiro de Sunnydale. Eles ao menos tinham algo em comum e algo no que basearem sua relação.

Eu tentei explicar para a prima da minha namorada que vampiros não são seres legais e querem matar os seres humanos. Eles precisam do nosso sangue para viver. Bom, ela não

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Pergunte para o Nosferatu o que ele pensa sobre se tornar vegetariano.

acreditou. E acho que a maioria dessa nova geração vai pensar que vampiros são todos bonzinhos e vão ter sonhos eróticos com vampiros que pode não condizer com a realidade. Diz aí, Nosferatu!

Tem uma série chamada The Vampire Diaries que é de 1991 e fala sobre uma menina que se apaixona por um vampiro e tudo mais. Parece famíliar? Sim. Inclusive o autor dessa série (que agora virou série de TV pela CW) L.J. Smith está processando a autora Stephenie Meyer por plágio. A única diferença entre uma série e outra é que na série de L.J. Smith acontecem algumas coisas, como ação.

CONCLUSÃO: Se você tem mais o que fazer, não leia esse livro. Se for ler, não compre. Pegue emprestado (não estou incentivando a pirataria de livros). Se você é dessas garotinhas que vê um filme só porque o protagonista é “LINDOOOOO!!!”, vá ver o filme. Ao menos você vê o “gatão”. Se você é como eu e gosta de boas estórias de vampiros, lobisomens, leprechauns ou o diabo a quatro, vamos dar uma de Fahrenheit 451 e juntar todos os exemplares da série e tacar fogo. Depois a gente roga uma praga na autora. Um pouco de ação (não do tipo Duro de Matar, mas sim da origem da palavra que vem de movimento) não faz mal a ninguém. Ouviu, Stephenie Meyer?

Upcoming Games

Me empolgo com a visão das férias. Não que isso seja devido à alguma viajem ou algo normal do tipo. Eu sou nerd, então espere uma “nerdagem”.

Já planejei algumas coisas como reler Y: The Last Man, Preacher, rever Star Trek, Lost, Supernatural e afins. Mas também planejo jogar videogame. Sim. Videogame. E muito.

Conversando com um grande amigo meu Murilo, o qual não via fazia um tempão, relembramos alguns clássicos que me deram vontade de voltar correndo para casa para jogar: Final Fantasy, Dragon Quest, Resident Evil, Chrno Trigger, Chrno Cross (obrigado pelo link perdido, Murilo) e alguns não tão clássicos mas a caminho de se tornarem, como Kingdom Hearts.

Não vou falar sobre esses clássicos sobre os quais pessoas mais capazes já cansaram de falar. O que eu vou falar é sobre alguns jogos que estão para ser lançados agora, ou já foram, ou ainda vão demorar um pouco. Vi o trailer desses tais jogos e fiquei realmente empolgado. Então aí vai:

*FINAL FANTASY CRYSTAL CHRONICLES: THE CRYSTAL BEARERS

As vezes me batia a vontade de jogar um desses spin-offs de Final Fantasy. Porém, era um desejo nada duradouro. O maior motivo disso é que a estória sempre me pareceu puro lixo. E para mim, a estória é o requisito mais básico. Mas The Crystal Bearers PARECE, eu disse PARECE, ter uma estória no mínimo legalzinha. Você é um portador dos cristais (de novo cristal? Sim, eles nunca saíram dos JRPG…) e portador de cristais não são “filhos de Deus”. O protagonista parece ter personalidade, o que fica evidente no trailer. Afinal de contas, jogo sem personagem carismático é dose. Alguns salvam, como Chrno Trigger e Cross, alguns Dragon Quests e outros. Mas isso por causa de uma boa estória e personagem secundários com carisma suficiente para cobrir a falta do protagonista.

Bom, o que eu sei é que aquela mesma estória babaca (“’Macacos me mordam! Sequestraram a princesa! O mundo vai ser destruido por um lunático que teve uma infância difícil! O que fazer?’ ‘Fácil, a gente manda um grupo de adolecentes para nos salvar!’ ‘Mas não é melhor mandar um exército altamente capacitado com o Snake os comandando?’ ‘Não, adolecentes!’ ‘Mas… ”Não, adolecentes!’”) já encheu. E o trailer parece que The Crystal Bearers vai dar uma pausa para isso. Mesmo que os malditos cristais chatos continuem na estória. Mas, fazer o que? O nome da série é “As Crônicas dos Cristais”…

Segue o trailer:

*KINGDOM HEARTS 358/2 DAYS:

A primeira vez que ouvi falar de Kingdom Hearts minha reação foi a seguinte: “Perae! É uma mistura de personagens de Final Fantasy com personagens da Dysney? Só que a gente não joga com os personagens de Final Fantasy, mas sim com os da Dysney? A gente joga com o Pateta?!”. Tenho certeza que muitos tiveram a mesma reação. Mas tenho certeza de que a maioria dos que jogaram mudaram de opinião logo. Donal e Goofy (Pateta) são muito rock’n'roll! Misture a isso uma estória cativante, uma boa dose de ação desse ótimo Action RPG e personagens para lá de carismáticos. Afinal de contas, quem é mais carismático que o Pato Donald? Só aqueles amigos que só o Maurício têm! Aquilo é carisma!

A estória de 358/2 Days conta o que rolou entre os eventos de Kingdom Hearts 1 e 2. Sim, assim como Chains of Memories, mas do ponto de vista de Roxas. Ou seja, saberemos mais da vida desse cara que Aroxas. Eu sei, péssimo trocadilho.

Bom, sou fã de Kingdom Hearts, tirando Chains of Memories e o seu sistema insuportável de batalha por cartas (putz, quem inventou essa chatice? Ninguém batalha uma briga de vida ou morte usando cartas! É TRUCO! SEIS, LADRÃO! TÁ BLEFANDO!), a série é muito boa. Mesmo Chains of Memories é bom, quando não se está lutando, pois a estória se sobressai. Vou jogar o remake de CoM para PS2, porém fiquei desapontado ao saber que não mudaram o sistema de batalhas. Parece que o tal sistema é muito popular. Não se você estiver blefando com uma dama…

Sem mais delongas, o trailer:

*ASSASSINS CREED 2

Não vou fazer uma resenha de AC2. Não joguei o primeiro jogo, não tenho PS3 (o que não será verdade em alguns dias) nem 360. Mas pretendo jogar. Foi um dos jogos que mais me deu vontade. Mas nada que me fizesse vender meu Wii (sim, I’m a Nintendo boy!) e comprar um PS3 ou 360. Mas o que importa é que AC2 parece que vai ser dos infernos. Vejam por vocês mesmos:

*METAL GEAR SOLID: PEACEWALKER

É Metal Gear. The Missing Link in the Metal Gear Saga. O jogo se passa na Costa Rica. É Metal Gear.

*RESIDENT EVIL: THE DARKSIDE CHRONICLES

Seria legal se lançassem um jogo novo de RE para Wii. Algo tipo RE6, algo do tipo. Esse é mais um rail shooter, como foi The Umbrella Chronicles.

Ao conversar com Murilo, chegamos a uma conclusão: já se passaram mais de 13 anos desde o primeiro RE. Quem jogou desde o início está querendo respostas. Eu sei que não é mais um Horror Survival, mas é Resident Evil. Quem cresceu jogando esses jogos e se apegando aos personagens quer jogar com eles sempre. Não importa como é o estilo de jogo. Ao menos essa é a minha opinião.

Quem não jogou RE: The Umbrella Chronicles pode estar com dúvidas quanto ao estilo. Mas ele flui bastante bem. A idéia desses rail shooters é amarrar algumas pontas soltas do roteiro de RE, que não são poucas. A jogabilidade é boa e o jogo diverte. Afinal de contas, esse não é a razão principal dos videogames?

O trailer me empolgou. Mas, tudo que tem RE no meio (tirando os filmes live-action e alguns gun survivors, a exceção é o primeiro pela estória) me empolga.

Aí vai:

*BRÜTAL LEGEND

Jack Black é o melhor ator de comédia atualmente. Tudo que o cara faz costuma ser engraçado. Além disso o cara tem uma banda de rock (apenas dois caras nela), Tenacious D, que além de muito boa também é engraçada.

Tim Schafer é um dos melhores programadores/criadores de jogos de todo o sempre. Junto com Ron Gilbert são os mais engraçados (bons tempos da Lucas Arts).

Agora imagina os dois em um mesmo projeto? O resultado é brutal. Ou melhor, BRÜTAL!

Jack Black interpreta um cara que deixa de ser roadie para virar Deus do Metal. Não vou falar muito. Vejam o trailer. Agora, esse jogo quase virou um jogo sobre hip-hop por causa dos produtores. Imaginem a merda (desculpem meu francês)… Agradeço por ele ser do jeito que virá a ser!

*I AM ALIVE

A premissa do enredo é a seguinte: desgraçou tudo! Um terremoto em Chicago fez uma desgraça sem precedentes. O trailer vai falar por si só. Pena que ainda vai demorar um pouquinho pra sair.

*UNCHARTED 2

Um dos motivos pelo qual terei um PS3, Uncharted 2 parece que vai conseguir ser melhor que o primeiro. Vejam o trailer abaixo do jogo. Dá vontade de se endividar na hora e comprar o baratinho PS3 Slim…

*HEAVY RAIN

O quão longe você está preparado para ir para salvar alguém que você ama? Essa é a premissa do jogo que promete ser um dos melhores de todos os tempos. Só.

Espero que tenham se empolgado tanto quanto eu. Existem outros jogos a serem lançados, como Professor Layton And The Diabolial Box, que prometem ser bons. Mas a idéia desse post foi mostrar trailers que me deixaram pilhado. Aí claro, depende de cada um e seu próprio gosto. Lembrando que o jogos são promessas. Assim como filmes, a melhor parte do jogo também é o trailer. Quantas vezes já não vimos trailers e falamos “esse filme eu vou ver com certeza” e quando vimos o filme saímos indignados do local? É a mesma coisa. O problema é que um filme no cinema custa no máximo uns 20 reais. E os jogos são no mínimo 150 reais. É uma aposta. E para comprar jogo, você tem que pesquisar bastante para não ficar lamentando a grana perdida.

Perguntas

O que o Luxemburgo estava pensando para fazer o que fez? (Palmeiras 1X1 Nacional -29 de Maio de 2009)

Quem disse que Lebron James amarela quando tem que decidir?

Qual é o motivo de algumas pessoas REALMENTE não gostarem do Lula? (O motivo real?)

Em mundo onde o dinheiro não importasse, existiria Smallville (a série)?

Por que Seinfeld é tão engraçado?

Como a teoria da evolução explica o ornitorrinco?

Por que Murphy (Lei de Murphy) nunca ganhou o Nobel?

Por que só notamos que o papel higiênico acabou quando precisamos dele?

Se Barack Obama fosse branco, teria ele ganhado as eleições? Se sim é a resposta, teria ganho pela mesma margem?

Por que os desenhos de hoje em dia são tão ruins, em sua maioria?

Alguém gosta mesmo de tofu?

Por que nosso DNA é tão parecido com o DNA dos macacos?

Somos diferentes dos macacos?

Por que os macacos são tão legais?

Por que os carros de hoje são tão feios?

Quando as pessoas vão se dar conta que a comida do McDonald’s é horrível?

Se o ser humano é a maior criação de Deus, por existe o rap e o hip hop?

Por que o tempo nunca é suficiente?

Quem foi tão sacana a ponto de fazer remakes? (Remakes em geral: de filmes, desenhos, etc…)

Por que o Michael Jackson teria uma mansão chamada Neverland? ……….

Seria Drake & Josh uma versão branca de Kenan & Kel?

A programação da TV é muito ruim ou Chaves é muito bom?

Em um mundo justo as mulheres fariam chapinha?

Por que um bom jogador de futebol  só entra na seleção brasileira se ele ou joga na Europa ou no São Paulo Futebol Clube?

Por que comida boa é aquela que faz mal?

Por que o único santo que podemos afimar que existe é São Longuinho?

Por que temos vontade de bater em crianças que são atores?

Por que as crianças que são atores são tão chatas e enjoadas?

Quem diabos apresentou a Yoko Ono pro John Lennon?

Quem falou pra Yoko Ono que ela é uma boa artista?

O que diabos é arte moderna?

Por que as pessoas dão importância à chamada arte moderna?

Por que existem museus de arte moderna?

Zorra Total é um programa de comédia?

Por que as mulheres se perguntam tanto o que está passando na cabeça dos homens?

Por que nós homens sempre estamos pensando em nada?

Por que fazer nada é tão bom?

Por que suco de maracujá dá um bafo desgraçado?

Por que Bob Esponja é tão sem graça hoje em dia?

Por que as adaptações de quadrinhos são tão ruins?

Por que o garoto do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate (o original, por favor) quando acha o cupom dourado joga fora o chocolate?

O chocolate não era para seu avô?

Ninguém acha estranho aquele bando de velhinhos dormindo na mesma cama o dia inteiro há mais de 20 anos?

Se você conhecesse o Willy Wonka, você encheria ele de porrada, também?

O que acontece se alguém tomar LSD e assistir A Fantástica Fábrica de Chocolate?

Alguém já viu um anão morto?

Por que nos filmes infantis as pessoas decidem cantar do nada?

E por que todos prestam atenção quando essas pessoas cantam?

Como o Tarzan perdeu a virgindade?

Vai me dizer que ele foi criado pra ser um macaco padre?

Por que nos Cavaleiros do Zodíaco as pessoas explicavam seus golpes mortais para seus inimigos, inclusive como desviar desse golpe?

Afinal de contas, o Shun era gay ou não?

Por que cantamos no chuveiro?

Afinal, por que somos tão rídiculos quando tomamos banho?

Seria por estarmos pelados? Se estamos pelados não tem como ficar mais ridículos?

Por que algumas pessoas demoram tanto no banho?

Quem foi o primeiro a dizer: Masturbação dá pelo nas mãos?

Alguém se inspirou no macaco?

De novo: somos diferentes dos macacos?

Afinal de contas, as mulheres realmente querem igualdade?

Eu realmente espancaria o Willy Wonka, você não?

O que irrita mais: pessoas falando muito ou o som de “ssssssshhhiiii”?

Como é a entrevista de emprego para examinador de feses?

Por que sempre acordamos com sono?

Por que estou escrevendo isso?

Por que você está lendo isso?

O Pato

Esse episódio merece um post à parte. Esse é hilário!

Aproveitem. Com vocês , O Pato!

Parte 1

Parte 2

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